Os Estados Unidos chegam, nesta sexta-feira, aos 25 anos dos atentados de 11 de setembro diante de um desafio. O país não sofreu, desde 2001, outro ataque terrorista de dimensão comparável, mas especialistas em segurança alertam que os perigos não desapareceram. Mudaram de forma e transformaram o conceito de segurança e as relações entre os países depois daqueles ataques que mataram cerca de 3 mil pessoas.
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Nova York preparou uma série de homenagens para marcar o quarto de século desde os atentados. O contestado prefeito Zohran Mamdani assinou uma ordem executiva para reconhecer oficialmente o 11 de setembro como Dia de Memória e Serviço.
No Bryant Park, haverá homenagem em uma instalação que reuniu 2.753 cadeiras, voltadas para a região onde ficavam as Torres Gêmeas, em referência às vítimas dos ataques em Nova York. Também está prevista a tradicional cerimônia no local do antigo World Trade Center, onde hoje está a sede do 9/11 Memorial. A cerimônia será privada para familiares das vítimas,
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A preservação da memória, porém, convive com controvérsias. O jornal Israel Hayom citou uma orientação do responsável pelos padrões jornalísticos da Canadian Broadcasting Corporation (CBC) para que profissionais da emissora evitassem classificar diretamente o 11 de setembro como “ataque terrorista”.
