O candidato à Presidência da República pelo Missão, Renan Santos, voltou a tecer críticas à atuação dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal) e falou de uma reforma da Corte. Além de mudanças, nesta quinta-feira (17), o político reafirmou a defesa do afastamento dos ministros Alexandre Moraes e Dias Toffoli.
Dentre os procedimentos que necessitaram de reforma na Suprema Corte, o coordenador do MBL (Movimento Brasil Livre) falou de retirar o poder dos magistrados em julgar deputados e senadores, do fim das decisões monocráticas e da imposição de um filtro para processos apresentados ao Tribunal, o que, segundo ele, ajudaria nos julgamentos de “casos concretos”.
Já sobre a conduta dos magistrados em si, Renan falou de extinguir a prerrogativa de que existam escritórios de advocacia ligados a familiares de membros do STF, o que ele classificou como “absurdo”.
Com o enxugamento do Judiciário, ele acredita em uma menor chance de interferência de outros entes privados e públicos, o que levaria a uma melhoria da Corte.
“Isso vai retirar boa parte do poder do STF de fazer negócios e ter poder sobre os demais Poderes. E assim reduzir eles apenas à sua função central, que é ser uma corte estritamente constitucional”, disse a repórteres durante agenda na cidade de Chapecó, em Santa Catarina.
